RECIFE LEMBRA O DIA INTERNACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO

Hoje é o Dia Internacional de Conscientização do Autismo. “Conhecer para ajudar” é o mote da data instituída em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU)

Hoje é o Dia Internacional de Conscientização do Autismo. “Conhecer para ajudar” é o mote da data instituída em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU)

Hoje é o Dia Internacional de Conscientização do Autismo. “Conhecer para ajudar” é o mote da data instituída em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Recife, prédios e monumentos estão iluminados de azul para lembrar a luta de 2 milhões de famílias no Brasil. Estima-se que uma em cada 110 crianças pernambucanas faz parte do universo de autistas ou com espectro autista, ou seja, tem características da síndrome.

A presidente da Associação de Amigos do Autista – Grupo de Estudo sobre Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (Ama-Getid), Ana Cláudia Albuquerque, reforçou que a falta de conhecimento sobre a síndrome dificulta a inserção das crianças na sociedade. “Muitas vezes, isso leva à ausência de intervenção precoce, o que é ideal para o desenvolvimento do autista”, pontuou.

De acordo com a psicanalista Sílvia Ferreira, integrante do movimento nacional Psicanálise, Autismo e Saúde Pública, o tratamento deve ser realizado por profissionais de diversas áreas. “A abordagem deve ser multidisciplinar, envolvendo pediatras, psicanalistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, entre outros. Além disso, a criança deve frequentar uma escola”, esclareceu.

Campanha
As ações do “Dia A” começaram ontem com distribuição de panfletos em escolas e iluminação de prédios como a Câmara dos Vereadores do Recife, Paço Alfândega e a sede do Tribunal de Justiça de Pernambuco. No próximo sábado, às 15h30, haverá uma caminhada, com concentração no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. “A importância desse ato é mostrar o que é o autismo e quebrar alguns mitos sobre a criança e a pessoa autista. De forma geral, a sociedade ainda é desinformada sobre como lidar com eles”, enfatizou Carolina Oliveira.

Saiba Mais:

O autismo é uma síndrome que afeta o desenvolvimento do indivíduo em três áreas: comunicação, socialização e comportamento

A síndrome faz parte de um grupo de desordens do cérebro chamado de Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID)

Esse tipo de transtorno afeta mais meninos do que meninas. A proporção é de 4 meninos para 1 menina

Hoje, o número de autistas mais aceito no mundo é do Center of Deseases Control and Prevention, órgão dos EUA: uma criança para cada 110

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima haver 70 milhões de pessoas com autismo no mundo. No Brasil, a estimativa é de 2 milhões de autistas

Não há um tratamento padrão para o autismo. Cada paciente precisa de um acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades

Em dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei federal 12.764, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista

Associação de Amigos do Autistas- Grupo de Estudo sobre Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (AMA-Getid)

2 de abril de 2013 at 8:14 Deixe um comentário

SAIBA QUAL A IMPORTÂNCIA DA ‘VOZ’

A fonoaudióloga, Mara Behlau, diz que a voz é um verdadeiro ‘cartão de visita’ e um dos aspectos da comunicação que mais chama a atenção.


Programa Nestlé com Você – Fabrizio Fasano Jr.
Rede TV

Dra Mara Behlau
Fonoaudióloga
Consultora em Comunicação Humana
Diretora do Centro de Estudos da Voz – CEV Docente do Curso de Pós-Graduação em Distúrbios da Comunicação Humana — UNIFESP/EPM
Certificada em Neurocoaching pela ICT da Results Coaching Systems

 

28 de março de 2013 at 7:25 Deixe um comentário

AMAMENTAÇÃO E FORMAÇÃO FACIAL DO BEBÊ

Benefícios que a amamentação promove a formação facial

Benefícios que a amamentação promove a formação facial

AMS BRASIL

27 de março de 2013 at 8:49 Deixe um comentário

CHUPETA PREJUDICA FALA, RESPIRAÇÃO E MASTIGAÇÃO DE BEBÊS

 

 Uso contínuo prejudica o desenvolvimento da arcada dentária

      Uso contínuo prejudica o desenvolvimento da arcada dentária

Quando se pensa em bebês, é normal imaginar uma criança com uma chupeta entre os lábios. No entanto, as aparentes facilidades do produto podem não compensar. Além disso, o uso contínuo pode acarretar em diversos problemas para o desenvolvimento da criança.

O que os pais talvez nem sempre percebam é que o uso das chupetas é imposto por eles. Ela não é um item obrigatório de uso, tampouco é solicitada pelo bebê. “A chupeta é muito mais uma necessidade do adulto do que da criança”, opina a psicóloga do Centro Educacional Miraflores, do Rio de Janeiro, Sandra Cerqueira. Segundo a especialista, a utilização do item tem muito mais relação com uma ansiedade e uma preocupação excessivas dos pais do que com uma real necessidade.

A chupeta é interessante para os pequenos porque lhes oferece tranquilidade e segurança. Isso ocorre porque ela tem um formato que lembra o bico do seio materno e o seu próprio uso remete à amamentação. Além disso, os bebês estão na fase oral, em que tendem a conhecer e utilizar os objetos introduzindo-os na boca. Portanto, a questão é que a criança não sentirá falta da chupeta, se não conhecer o objeto. Os momentos em que ele poderia ser útil são situações que podem ser resolvidas de outras formas.

De acordo com Sandra, o uso da chupeta não será necessário se os pais oferecerem um ambiente satisfatório para a criança. O mais importante é passar tranquilidade, o que ocorre quando se mantém uma rotina regular e se dá atenção, carinho e afeto. Além disso, é importante estar atento às necessidades dos pequenos, pois algumas vezes o choro pode ser sinal de fome, sono ou afins.

Uso contínuo prejudica o desenvolvimento da arcada dentária

Para alguns bebês, a chupeta funciona quase como parte da própria anatomia. Nos raros momentos em que não é utilizada, ela fica presa à roupa ou pendurada no pescoço do dono. Além disso, se perder, há diversas outras opções pela casa. Essa é, no entanto, uma situação totalmente equivocada, pois incentiva o uso.

Vale lembrar que os pequenos estão em pleno desenvolvimento, e a presença de uma chupeta constantemente dentro da boca pode alterar esse processo. De acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Irene Marchesan, os danos causados pelo item dependem de três fatores principais: intensidade, duração e frequência. Além disso, a genealogia também influencia. Caso a criança provenha de uma família com prognatas ou pessoas de face alongada, ela terá uma tendência maior a ter deformações no desenvolvimento da arcada ou do rosto.

Conforme explica o consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia, Rodrigo Bueno, a chupeta induz um posicionamento equivocado das arcadas, até antes mesmo dos dentes nascerem. O item interfere no encaixe dental, promovendo uma postura viciosa que, com o tempo, pode causar alterações na estrutura. Um exemplo de um problema que pode ocorrer é a aproximação das extremidades da arcada, em que os lados direito e esquerdo ficam mais perto um do outro, deixando a boca com um desenho curvo.

As alterações na arcada podem influenciar em diversas funções e necessidades da criança, uma delas é a mastigação. Como os dentes não estão posicionados de forma adequada, ocorre uma dificuldade na trituração adequada dos alimentos. Isso também ocorre porque a estrutura maxilar dos usuários de chupeta tende a ser menos exigida e, portanto, não se torna suficientemente forte.

Uma musculatura facial enfraquecida aliada aos problemas na arcada dificultam, ainda, no desenvolvimento da fala. Como a distância entre os dentes de cima e debaixo tende a ficar maior, há uma diminuição nos pontos de contato entre eles e, portanto, a pronúncia pode ficar mais confusa. A maior concentração de saliva na boca, causada pelo uso da chupeta, também contribui para isso. O sistema respiratório ainda pode sofrer mudanças com a utilização. Durante o uso do produto, a boca geralmente fica semiaberta, o que facilita a passagem de ar e, consequentemente, a respiração bucal.

Bico deve ser tolerado até no máximo os dois anos

Por mais tradicional que ainda possa parecer, menos crianças usam chupetas. Ao menos é o que aponta uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, 42,6% dos pequenos utilizavam o produto em 2008, o que representa uma diminuição de 15,1% em relação à 1999. Negar o item, não é, portanto, nenhuma novidade, tampouco demonstração de falta de atenção nos cuidados com o bebê. Uma alternativa menos negativa para a criança são as chupetas ortodônticas, pois têm um formato parecido com o seio materno, o que facilita o encaixe entre os dentes. No entanto, a melhor opção é não oferecer o objeto ou tentar minimizar ao máximo o uso. Segundo a psicóloga, se não for possível evitar, a retirada deve ser feita até no máximo os dois anos.

Para tanto, o primeiro passo é reduzir o uso. De acordo com a psicóloga, não adianta criticar a chupeta ou dar muitas explicações para os pequenos. Isso porque eles ainda não têm uma noção clara do que é certo e errado e, além disso, distraem-se com facilidade. O melhor é falar de forma segura e objetiva, utilizando frases curtas, de forma que eles percebam que o hábito de utilizar o produto é inadequado. Fazer acordos ou chantagens não é uma boa escolha. Segundo Sandra, isso não funciona corretamente, pois os pequenos são ainda muito jovens para entender essas negociações e vão querer o produto de volta depois. O melhor é pedir eventualmente para a criança tirar o item e distraí-la com outros assuntos.

Portal Terra

26 de março de 2013 at 7:47 Deixe um comentário

ENSINO DE MÚSICA ELEVA DESEMPENHO ESCOLAR

Aulas de música podem melhorar rendimento em matemática, português e leitura (Thinkstock)

Aulas de música podem melhorar rendimento em matemática, português e leitura (Thinkstock)

Um estudo recente conduzido pelo departamento de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) encontrou evidências de que o ensino de música tem efeito positivo no desempenho acadêmico de crianças e adolescentes, além de melhorar suas habilidades de leitura. A pesquisa é a primeira no mundo a mensurar esse impacto. Os resultados serão publicados neste mês no periódico científico PLoS One.

De acordo com o pesquisador Hugo Cogo Moreira, pós-doutorando da Unifesp e autor da pesquisa, as investigações sobre o tema realizadas até hoje se restringem a teorias que explicam por que a música afeta o desenvolvimento intelectual de crianças em idade escolar. “Nunca, porém, essas teorias foram testadas dentro da sala de aula. Por isso, tudo o que tínhamos até agora era puramente teórico. Essa falta de evidências me levou a encabeçar o primeiro estudo clínico sobre o assunto.”

Para a pesquisa, Moreira selecionou dez escolas da rede pública de São Paulo. Em cada uma delas, participaram do experimento 27 estudantes com idades entre 8 e 10 anos que comprovadamente apresentavam dificuldades de leitura. As instituições foram então separadas em dois grupos: o primeiro, chamado intervenção, recebeu aulas de música três vezes por semana durante cinco meses; o segundo, chamado controle, não recebeu nenhum tipo de atenção especial. A função do segundo grupo é servir de base para comparação.

Nas escolas do primeiro grupo, as aulas foram ministradas por dois professores. A preocupação era garantir que as lições não seriam interrompidas – quando um professor faltava, havia outro profissional de plantão. Os docentes também foram avaliados a cada 15 dias pela equipe da Unifesp para garantir que as aulas seguiam os mesmos padrões em todas as escolas, evitando assim que um determinado grupo de alunos fosse privilegiado ou prejudicado involuntariamente. Em sala, as crianças foram estimuladas a compor, cantar, improvisar e fazer exercícios rítmicos utilizando uma flauta doce barroca, principal instrumento usado na pesquisa.

Ao fim da investigação, foram feitas duas análises dos dados. Na primeira, as crianças que tiveram aulas de música foram comparadas àquelas que estavam nas escolas-intervenção mas que não compareceram a nenhuma aula. Os alunos que assistiram a todas as aulas foram capazes de ler corretamente, em média, 14 palavras a mais por minuto, demostrando maior fluência. Além disso, foi constatado que, a cada bimestre, a nota final na disciplina de português dessas mesmas crianças aumentou em média 0,77 ponto, o que significa mais de 3 pontos ao fim de um ano letivo. Em matemática, o crescimento registrado foi um pouco inferior, mas igualmente significativo: 0,49 ponto a cada bimestre, ou 1,9 ponto ao fim do ano.

Na segunda análise conduzida por Moreira, o estudo comparou as crianças das escolas-intervenção com as das unidades-controle. Os resultados foram menos expressivos do que os da primeira análise, mas apontaram igualmente para uma melhora no desempenho acadêmico. As notas de matemática e de português subiram, respectivamente, 0,25 e 0,21 ponto por bimestre, ou 1 e 0,8 ponto até o fim do ano letivo. Houve melhora também no tocante à leitura: as crianças do primeiro grupo leram corretamente 2,5 palavras a mais por minuto. “Por se tratar de um estudo pioneiro, ele não é conclusivo em relação ao impacto real das aulas de música, mas certamente oferece indícios fortes o suficiente para que novas pesquisas investiguem a fundo o tema”, diz o pesquisador.

De acordo com a lei nº 11.769, todas as escolas públicas e privadas do Brasil devem incluir o ensino de música em sua grade curricular. A lei não precisa, contudo, se as aulas devem ser dadas em todas as séries ou como devem ser incluídas na rotina escolar. Também não há informação sobre a carga horária mínima.

Apesar das evidências de que o conteúdo musical pode ter um impacto positivo no desempenho acadêmico dos alunos, os especialistas alertam: antes de inchar o currículo acadêmico com novas disciplinas, é preciso garantir que o aprendizado das disciplinas essenciais – o que ainda não acontece no Brasil.

Veja

18 de março de 2013 at 9:23 Deixe um comentário

TESTE DA LINGUINHA: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR E SABE DA SUA IMPORTÂNCIA ?

Você alguma vez já ouviu falar sobre o teste da linguinha? Sabe que esse teste é tão importante quando o teste do pezinho.

Saiba mais assistindo sobre este assunto. A fonoaudióloga Roberta Martinelli, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia falou sobre o pioneiro Teste da Linguinha para a TV Assembléia de SP. Confira tudo sobre a importância do teste.

12 de março de 2013 at 9:22 Deixe um comentário

SAIBA MAIS SOBRE A GAGUEIRA

Entrevista ao vivo sobre gagueira com a fonoaudióloga Dra. Anelise Bohnen no estúdio do jornal matutino da RBS TV, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. A entrevista foi realizada na véspera do Dia Internacional de Atenção à Gagueira (22/10).

Anelise Bohnen é autora do livro “Sobre a Gagueira”, Mestre em Fonoaudiologia pelo Ithaca College (EUA), Doutora em Linguística Aplicada pelo Instituto de Letras da UFRGS e atualmente preside o Instituto Brasileiro de Fluência, uma ativa organização da sociedade civil que tem como objetivo desenvolver ações para aumentar o nível de esclarecimento da sociedade sobre gagueira e distúrbios afins, melhorando assim a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das desordens de comunicação que afetam a fluência da fala.

7 de março de 2013 at 9:10 Deixe um comentário

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